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30.10.2015 / Anvisa

ANVISA responde ao Valor Econômico

Anvisa responde sobre demora em portos e aeroportos do país

A Anvisa publicou em seu portal nesta quarta-feira, 27 de maio, resposta à reportagem publicada no jornal Valor Econômico, na terça-feira, 26 de maio, “Demora da Anvisa em liberar carga em Santos faz importador trocar de porto”.

A agência esclarece que:

1. Tem envidado esforços no sentido de normalizar a liberação de cargas de interesse sanitário no porto de Santos, bem como nos demais postos da Agência em São Paulo: em Congonhas, Viracopos e, notadamente, em Guarulhos;

2. Tem priorizado esses locais por se tratarem dos maiores pontos de importação e exportação de produtos sujeitos à vigilância sanitária no Brasil;

3. No intuito de reduzir prazos de análise e ampliar a efetividade da ação, está providenciando o envio de forças-tarefas para os postos da Agência em São Paulo, possibilitando, assim, a redução da sobrecarga de processos atualmente existente.

A reportagem do Valor Econômico relata a situação de importadores paulistas que vêm sofrendo com a demora na liberação de cargas no porto de Santos e decidiram migrar suas importações para portos de outros estados. Eles alegam que a análise das importações no porto de Santos (SP) chegou a atingir picos de 40 dias neste ano e que seus custos com armazenagem aumentaram.

Setor de diagnóstico in-vitro também sofre com a demora

A lentidão para a liberação de mercadorias nos portos e aeroportos do país nos últimos meses, também atinge as mais de 40 empresas do setor de diagnóstico in-vitro, associadas à Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL).

De acordo com Jorge Amare, coordenador do grupo de logística da entidade, antes o prazo normal para a liberação era de cinco dias úteis, mas atualmente, tem sido de 20 dias úteis, em média. “A situação é generalizada e ocorre com os produtos que precisam de anuência da Anvisa e não se enquadram na lista de emergência, como por exemplo, aqueles com validade inferior a 45 dias ou que exigem uma temperatura inferior a -70º”, relatou.

Para Jorge Amare, a demora na liberação aumenta significativamente o custo da armazenagem para as empresas, além de comprometer o planejamento para o abastecimento do mercado.

O coordenador lembra que, embora a Anvisa tenha disponibilizado algumas vezes, uma força-tarefa para agilizar o escoamento de mercadorias, ela melhora a situação apenas pontualmente. “Assim que a força-tarefa encerra sua atuação, os prazos voltam a se estender”, concluiu. (Com informações do jornal Valor Econômico, portal da Anvisa e da CBDL – 28.5.15)

by Consultor Net